10 Coisas que Você precisa saber sobre o Mercado Mundial das Fintechs

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Você sabia que nos últimos 4 anos, o número de Fintechs brasileiras cresceu mais de 130%? Em 2017, eram 332 empresas existentes e em 2020 esse número subiu para 771, crescimento expressivo que demonstra o forte impacto das startups focadas no segmento de finanças e tecnologia.

 Mas afinal, você sabe o que é e o que faz uma fintech?

Nome em inglês que representa a junção das palavras  financial + technology, as fintechs são normalmente empresas startups que atuam no setor de serviços financeiros, com processos inovadores voltados para o desenvolvimento de tecnologia. Elas estão entre os segmentos  que mais cresceram no Brasil nos últimos anos e algumas  já atingiram a categoria de unicórnios – startups avaliadas em mais de US$1 bilhão –  como a Nubank, Ebank e Creditas.

Quer entender mais sobre este mercado? Separamos aqui 10 fatos relevantes que justificam o crescimento das fintechs pelo mundo: 

1. Uma revolução nos serviços financeiros

Unir finanças e tecnologia é uma ocorrência enraizada na sociedade. Grandes instituições financeiras comumente já adotam esse modelo, basta observar os caixas eletrônicos, cartões de crédito com chip e pin. O conceito de fintech, porém, é dotado da capacidade de alterar a forma e a entrega de serviços financeiros numa escala progressivamente maior. As instituições financeiras e os intermediários bancários têm sido contornados pelas fintechs, que realizam micro e pequenas remessas e empréstimos, entregando produtos e serviços diretamente aos seus consumidores. 

2. Mais opções e formas de administrar seu dinheiro

O crescimento da concorrência junto aos bancos já estabelecidos tem sido cada vez maior, já que as fintechs possuem custos operacionais mais baixos e podem responder mais rapidamente às necessidades individuais dos consumidores..

3. As transferências de remessas podem se tornar mais rápidas e baratas

Envios de dinheiro feitos com regularidade através de fronteiras entre países possuem taxas altas que dificultam o processo. Em oposição a cerca de US$32 bilhões perdidos com taxas em remessas internacionais, muitas fintechs estão oferecendo taxas mais baixas e entrega mais rápida.

Serviços como o BitPesa, plataforma de câmbio e pagamento digital que opera na Nigéria, Quênia, Uganda, Tanzânia, Senegal, República Democrática do Congo, estão usando a infraestrutura de blockchain para reduzir os custos de transação e aumentar a transparência no serviço. 

Grandes desafiadores como a Transferwise estão competindo com importantes bancos e provedores de remessas, oferecendo taxas até oito vezes mais baixas para enviar dinheiro através das fronteiras.

4. Seu banco físico pode deixar de existir

Grande parcela da geração atual acredita que não precisará de um banco físico daqui a 5 anos e, em razão disso, estão contando com as fintechs, que trazem soluções inovadoras para as suas necessidades diárias, para substituir as funções bancárias tradicionais. 

5. Reversão do status de desbancarizados

Entre 2011 e 2014, 700 milhões de pessoas se tornaram correntistas – ou bancarizadas -, mas não por meio de bancos tradicionais e sim por fintechs.  Apesar desses ganhos, muito mais deve ser feito para aumentar a inclusão financeira, como tecnologias voltadas para a acessibilidade e qualidade de acesso à internet.

6. Seu consultor financeiro pode estar no seu bolso

Os novos aplicativos de gerenciamento financeiro oferecem aos consumidores acesso a consultoria financeira sob demanda, usando dados transacionais ou mesmo informações comportamentais para fornecer insights, planos e avisos para ajudar os consumidores a gerenciar seu dinheiro e até mesmo garantir que as contas sejam pagas. Caso você pretenda gastar “além da conta”, quando está ficando sem fundos, o aplicativo saberá e poderá emitir um aviso de alerta para controlá-lo. 

7. Vai ser mais difícil perder sua carteira

Embora o dinheiro ainda represente cerca de 85% das transações de consumo, entre 2009 e 2014 o valor total das transações sem dinheiro em todo o mundo aumentou cerca de 50%. Alguns dos maiores players de tecnologia já se estabeleceram nesta área, como o Apple Pay, detendo 57% da participação de mercado, seguido pelo Samsung Pay e Android Pay.

8. Você pode pagar pelo seu sanduíche com um Bitcoin

As carteiras virtuais – que permitem receber, armazenar e enviar criptomoedas para outras pessoas – podem se tornar o equivalente a uma conta bancária e um cartão de pagamento em uma só. As criptomoedas são atraentes porque são descentralizadas, o que significa que as transações não passam por bancos ou terceiros. Grandes marcas de varejo, como Dell, Expedia e Subway, já estão aceitando pagamentos em Bitcoin.

9. Um robô pode cuidar de suas economias

Um robô-consultor coleta informações dos clientes sobre sua situação financeira por meio de uma pesquisa on-line e, em seguida, usa os dados para oferecer conselhos ou investir automaticamente os ativos do cliente. O número de consumidores que usam robôs-consultores quase dobrou entre 2016 e 2017. A empresa americana Wealthfront é um exemplo de serviço de robô-consultor que atraiu mais de US$3 bilhões em ativos.

10. Uma fintech que cresceu exponencialmente em menos de 1 ano.

Fundada em abril de 2020, na cidade de Franca, interior de São Paulo, a fintech Quero 2 Pay carrega no seu DNA inovação e tecnologia para meios de pagamentos. Em menos de um ano de atividades, a empresa já estava presente em todos os estados brasileiros, no Distrito Federal e em mais de 1000 municípios. Também neste curto espaço de tempo, conquistou mais de 10 mil clientes ativos que transacionam, em média, R$500 mil por mês na sua POS Smart, carinhosamente apelidada de Queridona. E, novos produtos estão a caminho!